Cartilha de Orientação para o Usuário de Motores Recondicionados

Análises e estudos de mercado evidenciam que a eficiência dos motores elétricos impacta diretamente na matriz energética do país. Os motores elétricos representam  25% de toda a energia consumida no cenário nacional, estão presentes em todo tipo de aplicação e processos industriais pois fazem parte de equipamentos como ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar, elevadores, dentre outros tantos.

No Brasil, a idade média destes equipamentos beira 20 anos e durante este tempo de funcionamento podem passar por diversos processos de “rebobinamento”- uma prática comum de recuperação mas que poucos profissionais avaliam que ao fazê-lo, podem gerar perda de eficiência e rendimento do equipamento, impactar na produtividade, no aumento do consumo de energia e obviamente elevar os custos das empresas.

Segundo estudo realizado pela PUC-Rio [*], foi estimado que, devido à adoção de alguns processos equivocados no rebobinamento, o Brasil acumulou uma perda de energia anual de 8,43 TW h, por conta do uso de motores mal recondicionados. Este consumo é equivalente ao gerado por 4,5 milhões de residências, considerando a média do consumo residencial de 157 kW h/mês. Com isso, fica clara a importância em decidir sobre comprar um motor novo ou recondicioná-lo, e, também sobre escolher uma boa empresa recondicionadora para fazer o reparo.

Pensando em como orientar o consumidor/profissional  entre optar pelo processo de rebobinamento e a substituição por um novo equipamento, o Procobre encomendou com a Puc – Rj a criação de uma cartilha explicativa sobre a pratica da reforma bem como a execução de cálculos para que o profissional e o consumidor tomem a melhor decisão entre as duas alternativas.

[*] Estudo base sobre motores reformados:

CLIQUE AQUI  e conheça o estudo base sobre motores reformados.

 

Arquivos disponíveis

  • MOT - Cartilha FINAL Digital - Julho19

Esse artigo foi útil?

Artigos relacionados